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Universitários suíços têm boas perspectivas de emprego

Um ano após o término de seus estudos, cerca de 95% dos formados em universidades suíças encontraram trabalho, de acordo com estatísticas oficiais do governo. Os números se saem bem em comparação com outros países europeus.

Este conteúdo foi publicado em 27. agosto 2018 - 15:29
A Universidade de Lucerna, onde a taxa de desemprego dos diplomados um ano após a conclusão dos estudos é de 1,7% © KEYSTONE / URS FLUEELER

Os números, divulgados na segunda-feira (27) pelo Departamento Federal de Estatísticas, mostram que apenas 4,8% dos diplomados suíços ainda estão desempregados um ano depois de se formarem, número que se iguala à taxa geral de desemprego no país.

O percentual é favorável em comparação com os países da União Europeia, onde a taxa média de desemprego dos diplomados de terceiro nível entre um e três anos após a graduação é de 15,1%, segundo o Eurostat.

No entanto, a imagem está longe de ser homogênea na Suíça, e a geografia, o tipo de educação e a idade revelam grandes diferenças.

Por exemplo, os graduados universitários dos cantões de língua francesa e italiana estão muito mais propensos a ficar desempregados: 9,6% dos graduados da Universidade de Genebra estão desempregados depois de um ano, enquanto o número de Neuchâtel e Lugano é de 7,5 % e 7% respectivamente.

Em contraste, as universidades de Lucerna (1,7%), o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (2,1%), St. Gallen (2,7%) e Berna (2,8%) oferecem resultados quase completos.

Os graduados das faculdades de formação de professores - em vez de universidades acadêmicas ou profissionais - têm as melhores oportunidades (taxa de desemprego de 0,6%) e também as melhores perspectivas financeiras, ganhando em média 12% mais do que outros graduados do terceiro nível, mostram as estatísticas.

A idade também é um fator: graduados que terminam antes dos 25 anos têm perspectivas melhores do que aqueles que concluem o curso depois dos 30 anos de idade, embora estes últimos ganhem mais.

Cursos práticos e técnicos em áreas como TI, medicina e farmacêutica superam os graduados em profissões liberais e qualificações em arte, teatro, cinema e design para perspectivas de emprego.
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