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Ex-chefes de Swissair na mira da justiça

O inquérito deve durar três anos Keystone

Tribunal de Zurique investiga três ex-executivos da Swissair para apurar responsabilidade deles na fragorosa falência do grupo, em outubro, que deixou rombo de 13 bilhões de francos suíços.

Este conteúdo foi publicado em 19. junho 2002 - 10:55

Os três, cujo nome não foi revelado pela justiça, são suspeitos de falsificação de documentos, gestão desleal e informação falsa sobre empresas comerciais. O juiz de instrução do caso, Hanspeter Hirt, nega-se a fornecer mais detalhes e a identificar os possíveis réus.

Mas textos supostamente comprometedores teriam sido reunidos em diferentes partes do País. E uma busca, em fins de maio - na sede da holding do Grupo Swissair, em Kloten - teria permitido recolher 3 metros cúbicos de documentos.

Denúncias

Swissair andava mal já no ano 2000 quando sofreu prejuízos de 5 bilhões de francos suíços - quase € 3.4 bi. Em meados de 2001 Swissair perdia 3 milhões de francos por dia.

Os atentados de 11 de setembro nos EUA foram o golpe de misericórdia para a companhia suíça que pediu concordata em primeiro de outubro. O rombo final gira em torno de CHF 13 bilhões - cerca de 8.8 bilhões de euros.

Os investigadores afirmam que Swissair não mencionou em suas contas compromissos financeiros, nem avisou os acionistas que a situação da empresa havia piorado em 2000, ignorando avaliação de especialista do Credit Suisse.

Segundo o juiz de instrução o inquérito pode levar 3 anos.

swissinfo com agências

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