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Comendo insetos Políticos suíços participam de degustação diferente

Depois do trabalho, os coquetéis entre parlamentares são comuns em Berna, capital suíça. Porém, em março de 2014, políticos participaram de um bufê diferente. Entre canapês de salmão é pedacinhos de pão, foram servidos hambúrguer de bicho-de-farinha e mousse de gafanhoto

(swissinfo.ch e SRF/RTS)

A degustação fazia parte da campanha para legalizar a criação de insetos para o consumo humano, liderada pela organização suíça Grimiam.

A ideia foi lançada pelas Nações Unidas. Em 2013, a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) publicou um relatório de 200 páginas defendendo o uso de insetos como alimento de humanos e de animais. O relatório afirma: “É amplamente conhecido que em 2050 o planeta terá nove bilhões de pessoas. Para alimentar a todos terá de mais que dobrar a produção de alimentos.”

A ONU acredita que devem ser exploradas novas fontes importantes de alimentos no futuro. Embora muitos possam reagir à ideia com nojo, insetos constituem uma parte das dietas tradicionais de cerca de um bilhão de pessoas, estima o relatório.

 

Mais de 1.000 espécies de insetos são comestíveis em 80% dos países do mundo. Estudos demostram que os insetos contêm menos gordura saturada e mais proteína do que a carne.