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Suíça tem a maior taxa de subemprego da Europa

Em 2018, 7% dos trabalhadores da Suíça afirmaram que gostariam de trabalhar mais. As mulheres são as mais afetadas.

Este conteúdo foi publicado em 23. julho 2019 - 10:22
As mulheres suíças estão particularmente interessadas em trabalhar mais Keystone

De acordo com os números do Departamento Federal de Estatísticas (OFS, na sigla em francês) publicados na terça-feira, a reserva de mão de obra da Suíça conta 830 mil pessoas. Isso inclui 356.000 subempregados, 231.000 desempregados e 243.000 pessoas que estão à procura de trabalho, mas que não estão disponíveis para começar imediatamente. 

O volume adicional de trabalho desejado pelos subempregados e desempregados correspondia, segundo os dados do OFS, a uma falta de 299.000 equivalentes a tempo integral.

Quase metade dos subempregados em 2018 (trabalhadores a tempo parcial que gostariam de trabalhar mais e estariam disponíveis) queria aumentar suas horas de trabalho em mais de 10 horas por semana. Mais de 20% destes trabalhadores gostariam de aumentar para mais de 20 horas semanais.

A taxa de subemprego é também elevada na Espanha (5,6%), Chipre (5,4%) e Grécia (5,2%). Ela atinge 3,4% na União Europeia (28 países). Em todos os países da UE e da EFTA, com exceção da Romênia, a taxa de subemprego das mulheres é superior à dos homens.

Na Suíça, a escassez de trabalho é significativamente maior para as mulheres do que para os homens (o equivalente a 164.000 postos de trabalho a tempo integral contra 134.000).

As mulheres constituem a maior parte da reserva de mão-de-obra. Elas representam 58,9% das "pessoas disponíveis, sem procura de emprego" e 56,7% das "pessoas à procura de emprego, não disponíveis".


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