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Por Ros Krasny

WASHINGTON (Reuters) - A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) disse nesta sexta-feira que restringiu empresas aéreas norte-americanas de sobrevoar o Iraque diante do conflito armado no país, que foi alvo de um ataque aéreo dos EUA contra militantes islâmicos.

A FAA já havia, em 1º de agosto, restringido os voos de empresas norte-americanas a menos de 30.000 pés (9.100 metros) sobre o Iraque.

A medida reflete "a situação potencialmente perigosa criada pelo conflito armado entre militantes associados ao Estado Islâmico do Iraque e do Levante e as forças de segurança iraquianas e seus aliados", disse a agência em nota.

A suspensão se aplica a todos os aviões registrados pelos EUA, exceto aqueles operados por empresas estrangeiras, e para pilotos licenciados pela FAA, mas faz uma exceção a voos operados com permissão do governo dos EUA.

Caças norte-americanos bombardearam nesta sexta-feira artilharia do Estado Islâmico que avançava em direção a Arbil, capital do Curdistão iraquiano, depois que o presidente dos EUA, Barack Obama, autorizou ataques aéreos para evitar um "genocídio".

A decisão da FAA foi tomada após a queda de um avião da Malaysia Arlines que foi derrubado por um míssil sobre uma área controlada por rebeldes no leste da Ucrânia, matando as 298 pessoas a bordo.

Reuters