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Sindicatos querem lista negra para firmas que pagam menos às mulheres

O grupo sindical Travail Suisse está pedindo a introdução de uma lista negra para envergonhar as empresas suíças que não pagam salários iguais a mulheres e homens.

Este conteúdo foi publicado em 30. abril 2018 - 12:30
Ainda um problema em 2018: Mulheres manifestando pela igualdade salarial no dia das mulheres, em Genebra © KEYSTONE / MARTIAL TREZZINI

Esta é uma das 28 recomendações que figuram em um documento publicado pela Travail Suisse na segunda-feira (30), às vésperas do Dia Internacional dos Trabalhadores.

Em 2017, as mulheres na Suíça ganharam em média 600 francos a menos por mês do que seus pares do sexo masculino.

De acordo com o Travail Suisse e suas dez federações afiliadas, os homens também são vítimas de discriminação. A maioria dos que trabalham a tempo integral gostaria de trabalhar a tempo parcial, mas apenas 17,5% conseguem fazê-lo. O relatório também observou que não havia base legal para a licença paternidade na Suíça.

+ sobre igualdade salarial na Suíça

O Travail Suisse também está pedindo uma melhor proteção para as pessoas que cuidam de adultos e parentes doentes. Este trabalho não remunerado - feito principalmente por mulheres - pune quem cuida, pois a pessoa acaba recebendo menos na aposentadoria por causa das folgas tomadas em seu emprego remunerado.

A mudança demográfica e a escassez de pessoal qualificado criarão uma necessidade maior por esse cuidado não-remunerado, observa Travail Suisse, que está pedindo aos legisladores suíços que protejam os cidadãos. A organização também gostaria de ver uma reforma tributária para eliminar a discriminação relacionada ao estado civil.

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