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Argentina estende restrições por COVID-19 com mais rigor nas províncias

Argentina sofre com o aumento de casos de coronavírus afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. agosto 2020 - 18:28
(AFP)

Argentina estenderá o isolamento social até 30 de agosto, com alguma flexibilidade em Buenos Aires e mais rigor nas províncias por onde o coronavírus se espalhou, anunciou nesta sexta-feira (14) o presidente Alberto Fernández, satisfeito com o "horizonte" de fabricar uma vacina.

"Estamos muito longe de resolver o problema. Manteremos o sistema. Mas a quarentena não existe porque há pessoas na rua e todos os comércios e indústrias estão abertos", disse em coletiva de imprensa.

Fernández destacou que há circulação comunitária do vírus em 14 províncias (de um total de 23), mas ressaltou que "há um horizonte que é contar com a vacina no primeiro trimestre de 2021".

Argentina e México fecharam nesta semana um acordo para produzir em conjunto milhões de doses da vacina desenvolvida pela AztraZeneca e pela Universidade de Oxford, que está na fase 3 de ensaios.

Ao apelar à responsabilidade individual para limitar os contatos, Fernández ressaltou que o isolamento permitiu o fortalecimento do sistema de saúde e destacou que "o limite continua sendo que um médico não tenha que escolher quem salva e quem não".

O último relatório oficial marcou 276.059 casos de COVID-19, com 5.428 mortos e quase 200.000 recuperados, em uma população de 44 milhões de pessoas. A taxa de mortalidade é de 115 mortos por cada milhão de habitantes.

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