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Biden diz que não irá impor confinamento nacional por covid-19

Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, em 10 de novembro de 2020, em Delaware afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. novembro 2020 - 21:43
(AFP)

O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, disse nesta quinta-feira que não imporia um bloqueio nacional para combater a pandemia de covid-19, apesar do aumento dos casos.

"Não vejo nenhuma circunstância que exija uma paralisação nacional total. Acho que seria contraproducente", disse Biden, que assumirá o cargo em 20 de janeiro, a jornalistas.

"Não vou parar a economia, ponto final. Vou parar o vírus", disse de seu reduto em Wilmington, Delaware, após reunião com governadores para discutir a resposta à crise, garantindo que seguirá as recomendações dos cientistas. "Repito, sem confinamento nacional", insistiu. "Porque cada região, cada comunidade, pode ser diferente".

Não há medidas nacionais de confinamento em vigor nos Estados Unidos, mas, conforme as infecções disparam, estados e cidades têm imposto restrições, desde confinamento em residências e fechamento de escolas até a limitação do tamanho das reuniões.

A superpotência mundial registra mais de 251.000 mortes e mais de 11,6 milhões de infecções por covid-19, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins, sendo, de longe o país com maior número de mortos.

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