Navigation

Chefe da diplomacia da UE pede moderação máxima na Bolívia

A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. novembro 2019 - 09:00
(AFP)

A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, pediu nesta segunda-feira (11) "moderação máxima" a todos os partidos na Bolívia e solicitou novas eleições depois que o presidente boliviano, Evo Morales, renunciou devido à pressão das ruas e dos militares.

"Espero que, neste momento extremamente crítico para o país, todos exerçam o máximo de restrição e senso de responsabilidade dentro e fora do país", disse Mogherini após uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Europa em Bruxelas.

A autoridade europeia pediu a todos os partidos do país andino "que encontrem o caminho para eleições transparentes que possam ser realizadas em breve" e abriu as portas para o envio de uma missão de observação eleitoral europeia.

"Se formos solicitados a enviar uma equipe e se as condições forem adequadas, faremos todo o possível para enviar uma missão de observação eleitoral", afirmou Mogherini.

Evo Morales, de 60 anos, o presidente latino-americano que mais tempo ficou no poder, renunciou no domingo em meio a violentos protestos e depois de perder o apoio do Exército e da polícia.

Horas antes, o primeiro presidente indígena da Bolívia havia convocado novas eleições, depois que a Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou "graves irregularidades" nas eleições de 20 de outubro, que deram a ele uma vitória no primeiro turno contra seu principal rival, Carlos Mesa.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.