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China adia missão de reabastecimento de sua estação espacial

Características da futura estação espacial chinesa, prevista para entrar em operação no final de 2022 e cujo primeiro elemento foi lançado ao espaço em 29 de abril. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. maio 2021 - 19:51
(AFP)

A China adiou o lançamento previsto para esta quinta-feira de uma missão de reabastecimento do primeiro módulo de sua estação espacial em construção, devido a questões técnicas, reportaram os meios de comunicação oficiais.

A missão logística automática, que deve transportar grandes quantidades de alimento e equipamentos, tem como objetivo preparar a chegada a bordo de três tripulantes chineses em junho.

O lançamento foi adiado até uma data que será determinada "posteriormente", informou a agência espacial encarregada do programa tripulado (CMSA), sem da mais detalhes.

A nave de carga Tianzhou 2 devia ser propulsionada por um foguete Longa Marcha 7 do centro de lançamento de Wenchang, na ilha de Hainan (sul).

A janela de lançamento estava prevista entre 01H00 e 02H00 de locais de quinta-feira (14h e 15h de Brasília, respectivamente), segundo o site da guarda costeira japonesa.

A nave de carga deve atracar no Tianhe ("Harmonia Celeste"), módulo central e primeiro elemento da futura estação espacial chinesa, colocada em órbita baixa (a 350-390 km de altitude) no fim de abril.

O Tianzhou 2 deverá levar cerca de duas toneladas de combustível para que possa manter sua órbita, comida para três meses e dois trajes para saídas espaciais.

Também levará equipamento para continuar a construção da estação e um sistema de reciclagem de urina para produzir água destilada.

Uma vez concluída, a estação espacial chinesa, chamada Tiangong ("Palácio celeste") em chinês, será similar à antiga estação soviética "Mir" (1986-2001).

Sua vida útil será de 10 a 15 anos. Sua montagem requer uma dezena de missões.

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