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Cidade do México vai reabrir o comércio e hotéis após baixar alerta por COVID-19

Uma mulher pinta o cabelo em um salão de beleza na Cidade do México, após a retomada da atividade comercial, que foi suspensa para impedir a propagação do coronavírus, em 25 de junho de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. junho 2020 - 20:34
(AFP)

A Cidade do México vai reativar sua economia a partir da próxima segunda-feira.

Autoridades reduziram o alerta pela pandemia de COVID-19 de vermelho para laranja.

A prefeita da Cidade do México, Claudia Sheinbaum anunciou nesta sexta-feira(26) que a ocupação hospitalar caiu de 65% para 60% na última semana.

"Vamos abrir gradualmente e com rigorosas medidas sanitárias. A pandemia continua", disse a correligionária do presidente de esquerda, Andrés Manuel López Obrador.

Segundo o Ministério da Saúde, o país de 127 milhões de habitantes registrou 202.951 casos e 25.060 mortes até quinta-feira.

A capital, com nove milhões de habitantes, é a região mais afetada com 45.125 infecções e 6.116 mortes.

Os negócios de varejo serão retomados na segunda-feira e o retorno dos trabalhadores domésticos será permitido.

No mesmo dia, centros de esportes ao ar livre podem ser reabertos para exercícios individuais.

Os hotéis devem reabrir na terça-feira com 30% de sua capacidade. Os restaurantes devem atender em 30% a 40% de seus espaços e podem solicitar autorização para colocar mesas na rua.

Os mercados ao ar livre serão reativados na quarta-feira e na quinta-feira, assim como os salões de beleza.

Em 6 de julho, os shopping centers poderão reabrir com 30% de sua capacidade.

Em todos os casos, funcionários e visitantes devem usar máscaras e álcool em gel.

Para passar para a luz amarela, a ocupação nos hospitais deve estar abaixo de 55% por pelo menos duas semanas.

"Se voltarmos a uma situação acima de 65%, poderemos encerrar nossas atividades novamente", alertou Sheinbaum.

O alerta epidemiológico funciona por região e a economia foi reativada em várias localidades.

Segundo dados oficiais, 56% dos mexicanos economicamente ativos trabalham informalmente, razão pela qual a reabertura econômica é considerada urgente.

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