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Colômbia ultrapassa 7.000 mortes por COVID-19 em quatro meses e meio

Homem usa máscara como medida preventiva contra a propagação do novo coronavírus, ao lado de um mural em Cali, Colômbia, em 21 de julho de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 21. julho 2020 - 23:44
(AFP)

A Colômbia ultrapassou nesta terça-feira (21) a marca de 7.000 mortes por coronavírus, desde que foi detectado pela primeira vez no país em 6 de março, de acordo com o Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, 237 pessoas morreram, elevando o total de óbitos a 7.166, enquanto o número de infecções era de 211.038, segundo autoridades.

Com oito milhões de habitantes, Bogotá concentra um terço dos casos.

Na capital e em Medellín, a segunda cidade do país, o confinamento prevalece em vários pontos, na tentativa de diminuir a velocidade do contágio e evitar o colapso da rede de terapia intensiva habilitada para a pandemia.

Na última semana, a Colômbia, com cerca de 50 milhões de habitantes, registrou uma média diária de 7.306 novos casos e 220 mortes, passando de 6.000 para mais de 7.000 entre 16 e 21 de julho.

O governo de Iván Duque, pressionado pelo colapso da economia, flexibilizou as medidas de isolamento no momento em que os especialistas preveem a fase de maior contágio para julho e agosto.

O presidente decretou recentemente uma nova extensão do confinamento até 1º de agosto, mas com várias exceções.

A Colômbia é o quinto país da América Latina mais afetado pela pandemia em número de mortes e infecções.

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