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Dissidência das Farc cria movimento político clandestino na Colômbia

Iván Marquez (e) discursa em vídeo gravado na selva do sudeste colombiano e divulgado em agosto afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. setembro 2019 - 22:42
(AFP)

A dissidência das Farc liderada pelo ex-número dois da antiga guerrilha, Iván Márquez, anunciou em um vídeo divulgado nesta quarta-feira a criação de uma organização política clandestina, que se soma à nova rebelião armada na Colômbia.

"Os integrantes do novo movimento terão uma atividade dentro do setor social onde vivem, trabalham ou estudam, sem que seja de conhecimento público sua filiação política", disse Márquez, que liderou a delegação rebelde nos diálogos que conduziram ao acordo de paz firmado em 2016.

O paradeiro de Márquez é desconhecido há mais de um ano.

Em um vídeo publicado na quinta-feira passada em redes sociais, 20 rebeldes, liderados por Márquez, anunciaram seu retorno à luta armada, alegando "a traição" dos acordos assinados em novembro de 2016 que conduziram ao desarmamento da maior parte das Farc.

Entre os insurgentes que aparecem nas imagens, armados e com cartazes das Farc nas costas, também estão Jesús Santrich e Hernán Darío Velásquez (El Paisa), todos procurados pela justiça colombiana por descumprimento do pactuado.

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