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Estudo revela que taxa de mortalidade do coronavírus no Silicon Valley é inferior a 0,2%

Paciente e enfermeira no hospital Robert-Bosch de Stuttgart, Alemanha, em 31 de março de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 18. abril 2020 - 00:14
(AFP)

Um dos primeiros estudos realizados nos Estados sobre a presença de anticorpos contra o novo coronavírus revela que o nível real de contaminação no Silicon Valley, na Califórnia, é ao menos 50 vezes superior ao número oficial, o que se traduz em uma taxa de óbitos inferior a 0,2% no conjunto da população.

Pesquisadores da universidade de Stanford analisaram durante o primeiro final de semana de abril 3.330 voluntários de Santa Clara, recrutados pelo Facebook, e concluíram que entre 2,5% e 4,1% da população local foi contaminada pelo novo coronavírus, entre 50 e 85 vezes mais que o número oficial de casos nesta região.

No estudo, publicado na Internet nesta sexta-feira mas que ainda não foi analisado por um comitê de especialistas, os autores avaliam a taxa de mortalidade real do novo coronavírus em menos de 0,2% da população.

Os pesquisadores, entre eles Eran Bendavid e Jay Bhattacharya, afirmam que o estudo "demonstra a factibilidade da realização de investigações de soroprevalência em amostras hoje e no futuro".

Este tipo de teste de sorologia é mais simples que os de diagnóstico, que exigem uma análise molecular a partir de material retirado do interior do nariz.

No estudo em Stanford, se extraiu uma gota de sangue dos voluntários, que permaneceram em seus veículos, e o percentual de "falsos negativos" pode ser relativamente elevado.

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