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EUA exigem libertação de ex-diretores da Citgo presos na Venezuela

Refinaria da Citgo, subsidiária da venezuelana PDVSA, em Illinois, EUA, em 1 de fevereiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. julho 2019 - 19:00
(AFP)

Os Estados Unidos exigiram nesta segunda-feira a libertação de seis ex-diretores da filial americana da petroleira estatal PDVSA, Citgo, que estão presos na Venezuela processados por acusações de corrupção.

Em 28 de junho, a Procuradoria na Venezuela ratificou as acusações contra os seis ex-diretores por "incorrerem em delitos de peculato doloso próprio, acordo de funcionário com empreiteira, lavagem de capitais e associação".

O processo dos executivos ocorre em um contexto no qual os Estados Unidos não reconhecem o governo de Nicolás Maduro e bloquearam os ativos da Citgo.

"Os Estados Unidos exigem que o antigo regime de Maduro liberte os '6 da Citgo' que estão presos injustamente na Venezuela", afirmou o Departamento de Estado em um comunicado.

No começo de junho, uma corte venezuelana ordenou que os seis ex-funcionários fossem presos por acusações de envolvimento em um esquema de corrupção.

Os presos são o ex-presidente da Citgo José Ángel Pereira e os ex-vice-presidentes Tomeu Vadell, Alirio Zambrano, Jorge Toledo, Gustavo Cárdenas e José Luis Zambrano.

Os executivos foram detidos em novembro de 2017 após serem convocados para uma reunião em Caracas.

Cinco deles têm dupla nacionalidade americana e venezuelana.

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