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Ex-comandante do Exército argentino é absolvido de acusação de sequestro

(2013) O general argentino César Milani afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 09. agosto 2019 - 21:59
(AFP)

César Milani, que chefiou o Exército durante a presidência de Cristina Kirchner, foi absolvido nesta sexta-feira da acusação de sequestro e tortura de um homem e seu filho em 1977, durante a última ditadura na Argentina.

Um tribunal de La Rioja decretou a liberdade imediata de Milani, que era acusado de participar, como subtenente do Batalhão 141 de La Rioja, de uma operação para sequestrar e torturar Pedro Olivera e seu filho Ramón.

A promotoria havia solicitado 18 anos de prisão para Milani, que ouviu a decisão no tribunal vestido com uniforme militar.

Além de Milani, outros quatro acusados foram absolvidos e seis, condenados, a penas de entre 3 anos e meio e dez anos de prisão por homicídio, invasão, cárcere privado e tortura.

Milani, 64 anos e que liderou o Exército entre 2013 e 2015, durante o governo Kirchner, também é processado pelo desaparecimento do soldado Alberto Ledo, em 1976, caso pelo qual será julgado em setembro.

O general passou à reserva em 2015 e dois anos depois foi detido por seu suposto envolvimento nos sequestros de pedro Olivera e Ramón. Desde então, cumpria prisão preventiva no quartel militar de Campo de Mayo, na região de Buenos Aires.

A ditadura militar deixou 30 mil desaparecidos, segundo os organismos de defesa dos direitos humanos.

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