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Facebook e outros gigantes tecnológicos criam organização para combater extremismo

Facebook, Twitter, Google e outros gigantes da tecnologia criaram uma estrutura independente consagrada a reforçar sua luta contra os conteúdos extremistas na Internet afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. setembro 2019 - 22:46
(AFP)

Facebook, Twitter, Google e outros gigantes da tecnologia criaram uma estrutura independente consagrada a reforçar sua luta contra os conteúdos extremistas na Internet, anunciaram nesta segunda-feira.

Essa iniciativa é resultado do trabalho de um consórcio criado em 2017 por Facebook, Microsoft, Twitter e Google (via YouTube). Amazon, assim como as plataformas LinkedIn (propriedade da Microsoft) e WhatsApp (Facebook) se uniram à nova organização.

Esta terá como objetivo "frustrar as tentativas cada vez mais sofisticadas de terroristas e extremistas violentos de utilizar as plataformas digitais".

Há vários meses, o Facebook multiplicou iniciativas para combater o "ódio e o conteúdo extremista na internet".

Na terça-feira passada, o grupo dirigido por Mark Zuckerberg anunciou que teria recrutado policiais de ambos os lados do Atlântico para educar suas ferramentas de inteligência artificial a fim de deter as retransmissões de vídeo de ataques extremistas ao vivo em sua plataforma.

A rede social foi muito criticada por demorar 17 minutos para interromper o vídeo ao vivo de um supremacista branco que atacava uma mesquita em 15 de março em Christchurch, na Nova Zelândia, onde matou 51 muçulmanos.

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