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Filiações ao Partido Comunista Chinês aumentaram em 2013

Embora a imagem do PCC tenha sido afetada pela corrupção, esta instituição continua sendo considerada um elevador social, onde cobiçados postos são negociados. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. junho 2014 - 12:34
(AFP)

O Partido Comunista Chinês (PCC) anunciou nesta segunda-feira que no fim do ano passado contava com 86,7 milhões de membros, graças a 1,56 milhão de novos membros em 2013, embora o ritmo de filiação tenha diminuído.

O maior partido político do mundo, fundado em Xangai em 1921, registrou um crescimento de 1,8% em 2013, contra um aumento de 3,1% em 2012, indicou o departamento de organização em um comunicado.

O PCC afirmou que esta desaceleração se deve ao desejo de dar prioridade à qualidade, ao invés da quantidade no recrutamento de seus membros.

Este partido, que dirige a República Popular desde 1949, conta atualmente com 24,3% de mulheres, uma proporção que só cresce. Também tenta recrutar membros mais qualificados.

Embora a imagem do PCC tenha sido afetada pela corrupção, esta instituição continua sendo considerada um elevador social, onde cobiçados postos são negociados.

O presidente chinês, Xi Jinping, líder deste gigantesco partido organizado de forma piramidal, destaca a luta contra a corrupção, que foi confiada à polícia interna da organização.

No entanto, a corrupção continua sendo endêmica na China, e os especialistas afirmam que são necessárias reformas estruturais profundas.

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