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Força Armada venezuelana exige punição para promotores de sanções dos EUA

Padrino lidera a Força Armada, considerada a principal base do governo Maduro. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. agosto 2019 - 23:09
(AFP)

O ministro da Defesa, general Vladimir Padrino, exigiu nesta quarta-feira o rigor da lei para quem na Venezuela promove sanções dos Estados Unidos contra o governo de Nicolás Maduro.

"Basta de impunidade!" - escreveu Padrino no Twitter, um dia após os Estados Unidos bloquearem ativos da Venezuela em seu território. "Os que começaram com este 'jogo' de pedir sanções para a Nação (...) com bastardos objetivos políticos devem ser punidos com a lei".

A Força Armada, principal base de Maduro, "exige justiça", afirmou o ministro, sem citar nomes.

O governo qualificou de "terrorismo econômico" as sanções dos Estados Unidos, as últimas de uma série de medidas contra Maduro.

O bloqueio de Washington, que lidera a pressão internacional para obter a saída de Maduro, prevê um embargo do petróleo e sanções contra empresas que negociem com o governo em Caracas, considerado "ilegítimo" por Washington.

Caracas considera que com esta nova ofensiva para expulsar Maduro do poder, Washington e seus aliados "apostam no fracasso do diálogo político" entre delegados do governo e do líder opositor Juan Guaidó sob a mediação da Noruega, pois "temem seus resultados e benefícios".

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