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Governo e rebeldes líbios anunciam fim da crise do petróleo

O chefe de governo interino da Líbia, Abdullah al-Thani, é visto em 25 de junho de 2014, em Trípoli afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. julho 2014 - 22:29
(AFP)

O chefe de governo interino da Líbia, Abdullah al-Thani, anunciou nesta quarta-feira à tarde "o fim da crise do petróleo" no país, após a retomada do controle de dois portos bloqueados pelos rebeldes no leste do país.

O chefe dos rebeldes, Ibrahim al-Jadhran, confirmou o desbloqueio dos terminais petrolíferos de Ras Lanuf (200.000 barris por dia) e Al-Sedra (350.000 barris por dia), em uma entrevista coletiva ao lado de Al-Thani em Ras Lanuf.

"Assumimos hoje (quarta-feira) o controle dos portos de Ras Lanuf e Al-Sedra. A crise do petróleo terminou", declarou Al-Thani.

O bloqueio de outros dois portos - Al-Hariga (110.000 barris por dia) e Zwitina (100.000 barris por dia) - havia sido suspenso em abril.

O fim total do bloqueio aconteceu com a aplicação de um acordo fechado em 6 de abril com o governo, disse Jadhran, acrescentando que se trata de um "gesto de boa vontade" para o novo Parlamento eleito na semana passada.

Os rebeldes, que reivindicam a autonomia da região de Cirenaica, mantinham bloqueados os portos do leste da Líbia desde julho de 2013. A medida de força provocou uma queda da produção para 250.000 barris diários diante da impossibilidade de exportar. A produção normal de petróleo costuma ser de 1,5 milhão de barris por dia.

O porta-voz do governo, Ahmed Lamin, disse à AFP que as exportações não poderão ser retomadas até o momento por razões técnicas.

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