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GSK e Sanofi prometem acesso de países pobres a 200 milhões de doses de vacina contra covid-19

(Arquivo) Técnico observa reagente no laboratório da Sanofi em Val-de-Reuil afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. outubro 2020 - 09:19
(AFP)

Os laboratórios Sanofi e GSK anunciaram nesta quarta-feira que disponibilizarão 200 milhões de doses de vacina ao programa internacional Covax, criado pela OMS com o objetivo de ajudar a garantir um acesso equitativo às futuras vacinas contra a covid-19.

Em um comunicado, os laboratórios francês Sanofi e britânico GSK afirmam que assinaram uma "declaração de intenções com o Gavi", administrador jurídico do mecanismo internacional de compras Covax, "destinado a garantir a cada país participante um acesso justo e equitativo às possíveis vacinas contra a covid-19".

Os grupos "têm a intenção de disponibilizar ao programa 200 milhões de doses de uma vacina" contra a covid-19, "se for aprovada pelas autoridades reguladoras".

Sanofi e GSK, que desenvolvem em parceria um projeto de vacina, iniciaram em setembro um teste clínico com voluntários e preveem obter os primeiros resultados no início de dezembro. As empresas acreditam que terão condições de iniciar um "teste de fase III antes do fim do ano".

Thomas Triomphe, vice-presidente executivo da Sanofi Pasteur, e Roger Connor, presidente da GSK Vaccines, citados no comunicado, destacaram a vontade e compromisso de seus laboratórios de fazer com que as vacinas contra a covid-19 estejam acessíveis às populações mais vulneráveis "em todo o mundo".

No total, 167 países aderiram ao sistema internacional de aquisição e distribuição de vacinas: 92 países de baixa e média renda receberão doses gratuitas, enquanto 75 países ricos que passarão pela Covax para abastecimento, mas precisarão pagar por suas doses.

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