Navigation

Guaidó pede a líderes do G7 que incluam crise da Venezuela na agenda

Juan Guaidó, líder do Parlamento, autoproclamado presidente interino do país e reconhecido no cargo por cerca de 50 países, entre eles os Estados Unidos afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 25. agosto 2019 - 22:38
(AFP)

O chefe parlamentar Juan Guaidó, reconhecido como presidente inteirino da Venezuela por cerca de 50 países, pediu aos líderes do G7 que incluam a crise da Venezuela na agenda da cúpula celebrada na França, informou neste domingo o Parlamento venezuelano.

Em uma mensagem, Guaidó pediu aos presidentes do G7 considerar em sua agenda "a crise na Venezuela" assim como "explorar e coordenar uma ação comum que permita sanções exemplares contra violadores de direitos humanos", informou a Assembleia Nacional, de maioria opositora, em nota.

Dos países do G7 - integrado por Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Itália e Japão - os cinco primeiros reconhecem o líder opositor como presidente interino. Itália e Japão não o reconhecem, mas são favoráveis a novas eleições.

Na carta, o líder opositor destacou que "a crise humanitária complexa que vive Venezuela" foi "provocada pelo regime usurpador de Nicolás Maduro" e "afeta gravemente os cidadãos e a estabilidade da região".

A cúpula do G7, que começou em 24 de agosto e terminará nesta segunda-feira, teve entre seus temas centrais os devastadores incêndios florestais da Amazônia.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.