Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Pessoas lêem um folheto explicativo sobre o ebola em uma clínica pública da Libéria

(afp_tickers)

A Guiné, que anunciou neste sábado o fechamento de suas fronteiras com Libéria e Serra Leoa para tentar impedir a propagação da epidemia de febre hemorrágica ebola, suavizou a decisão, para evitar a multiplicação dos deslocamentos clandestinos.

"Não se trata de um fechamento das fronteiras entre Guiné, Libéria e Serra Leoa, e sim de medidas rigorosas para controlar os movimentos transfronteiriços, principalmente de pessoas com suspeita de serem portadoras do vírus", explicou o porta-voz do governo, o ministro Albert Damantang Camara, à AFP.

"Ao contrário do que foi anunciado durante o dia, a Guiné não fechou as fronteiras com Libéria e Serra Leoa", afirmou.

O ministro de Cooperação Internacional, Kutubu Mustapha Sanoh, disse à AFP que as fronteiras não foram fechadas para evitar empurrar para a clandestinidade os migrantes, "porque, de qualquer forma, as fronteiras são muito porosas".

A epidemia atual de ebola é a mais grave na história do vírus desde a sua descoberta, em 1976, na África Central.

Mais de 960 pessoas já morreram, principalmente na Guiné, Libéria e Serra Leoa.

AFP