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Inflação na Venezuela dispara a 80% em abril em plena quarentena por COVID-19

O presidente venezuelano Nicolas Maduro discursa na TV em 9 de maio de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. maio 2020 - 20:38
(AFP)

A inflação na Venezuela quadruplicou em abril em relação a março, situando-se em 80% em meio à pandemia do novo coronavírus e à escassez acentuada de gasolina, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Parlamento de maioria da oposicionista.

"A inflação de 80% foi registrada em abril (...), os preços aceleraram quatro vezes mais", disse o deputado Ángel Alvarado, membro da comissão legislativa de Finanças, em um vídeo enviado à imprensa.

Em março, com índice mensal de 21,2%, houve ligeira desaceleração em relação a fevereiro (22,4%).

O relatório, elaborado pela Assembleia Nacional unicameral desde 2017 devido à disponibilidade limitada de dados oficiais, indica que a inflação acumulada em 2020 é de 341,61% e em 12 meses a abril de 4.210%.

Segundo Alvarado, o aumento "dramático" dos preços de bens e serviços em um país que já teve a inflação mais alta do mundo, foi "pressionado" por "fatores", como escassez de combustível, agravados durante a quarentena do COVID -19, com filas quilométricas de veículos nos postos de gasolina.

Para o parlamentar Alfonso Marquina, a essa situação se soma a emissão "irresponsável" de dinheiro para cobrir o déficit fiscal, "razão recorrente" para a hiperinflação que assola o país.

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