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(Arquivo) Policiais vigiam a entrada de um tribunal do Cairo

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Um tribunal egípcio condenou, neste domingo, 101 partidários do ex-presidente Mohamed Mursi a três anos de prisão pelos atos de violência cometidos pouco depois do golpe dado pelo Exército - informou a agência oficial de notícias Mena.

A Procuradoria, que apresentou os acusados como "membros da Irmandade Muçulmana", alegou que os réus deixaram 18 feridos em confrontos em julho de 2013, em Damieta, no delta do Nilo. Ao todo, 17 menores foram absolvidos.

Desde a destituição e detenção de Mursi por parte do Exército, em julho de 2013, as autoridades egípcias são acusadas, com frequência, de usar a Justiça como instrumento de repressão - em especial contra a Irmandade, declarada "organização terrorista".

AFP