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Laboratório americano pede que Europa faça pedidos de vacina rapidamente

O laboratório americano de biotecnologia Moderna anunciou resultados promissores de sua vacina experimental contra o novo coronavírus afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. maio 2020 - 19:50
(AFP)

O laboratório americano de biotecnologia Moderna, que anunciou resultados promissores de sua vacina experimental contra o novo coronavírus, pediu nesta terça-feira aos países europeus que façam seus pedidos rapidamente, já que os prazos de entrega variam "de seis a nove meses".

"Onde preciso da ajuda dos governos europeus, que não recebi até agora, é nos pedidos, comentou Stéphane Bancel, presidente do Moderna, em entrevista à rede de TV francesa BFMTV. "São necessários até nove meses, a partir do momento em que recebemos o pedido, até o momento em que somos capazes de entregar a vacina. Temos que comprar as matérias-primas, as máquinas, contratar colaboradores e formá-los", explicou.

"Cada dia que passa sem recebermos os pedidos dos governos europeus é um dia de atraso no lançamento da vacina na Europa", alertou Bancel, segundo quem, no outono, será conhecida a eficácia da vacina experimental.

"Em um cenário otimista, se tudo correr bem, não é impossível que, no período outubro-novembro", a empresa tenha dados suficientes para avaliar a eficácia da vacina e depositar o dossiê nas agências de regulação de Europa e Estados Unidos, assinalou.

Nos Estados Unidos, a aprovação poderá levar "semanas, em vez de seis meses", no cenário de um processo acelerado, assinalou Bancel, cuja empresa anunciou recentemente uma associação com o gigante Lonza para produzir 1 bilhão de doses anuais. "Seremos totalmente capazes de abastecer o mercado americano, e a Europa será abastecida a partir de um local situado na Suíça."

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