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Março foi o mês mais violento do México em quase dois anos apesar da quarentena

(Arquivo) O presidente mexicano Andres Manuel López Obrador afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. abril 2020 - 17:26
(AFP)

Os assassinatos no México cresceram 8,4% em março, somando 3.000 vítimas, além de 78 feminicídios em relação ao mês anterior, o número mais alto até agora no governo do esquerdista Andrés Manuel López Obrador, apesar do país ter entrado quarentena da pandemia de COVID-19.

A cifra se compara aos 2.766 assassinatos e 92 feminicídios em fevereiro e ocorre depois que o governo iniciou uma quarentena nacional não obrigatória em 23 de março para combater a propagação do novo coronavírus, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira.

"É a tendência histórica do mês passado, tivemos um pequeno aumento que chega a 3.000 (homicídios dolosos), no entanto, podemos dizer que estamos praticamente na linha de contenção", disse o secretário de Segurança Alfonso Durazo durante a coletiva de imprensa matinal de López Obrador.

O número também representa um novo máximo de 20 meses, comparado aos 3.074 homicídios dolosos e 84 feminicídios registrados em julho de 2018, mesmo durante o governo anterior de Enrique Peña Nieto (2012-2018).

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