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Noruega estabelece que não há vínculo entre mortes e vacina contra a covid-19

(Arquivo) Frascos vacioz das vacinas Pfizer-BioNTech contra a covid-19 no hospital Emile Muller em Mulhouse, França afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 18. janeiro 2021 - 17:29
(AFP)

A Noruega destacou nesta segunda-feira (18) que não há um vínculo estabelecido entre a vacina Pfizer/BioNTech contra a covid-19 e a morte de pessoas vacinadas neste reino, mas recomendou uma avaliação médica dos idosos e pessoas frágeis antes de vaciná-los.

Desde o início da campanha de vacinação no final de dezembro, o país escandinavo registrou 33 mortes de idosos que receberam uma primeira dose, de acordo com o último balanço das autoridades.

Entre os 13 casos estudados mais exaustivamente até agora, "são pessoas muito idosas, frágeis e que sofriam de doenças graves", declarou a diretora da autoridade norueguea de saúde pública, Camilla Stoltenberg, em uma coletiva de imprensa.

"No que diz respeito às causas das mortes, não houve análise", esclareceu. "Mas, o mais importante é lembrar que 45 pessoas morrem cotidianamente nos lares de idosos da Noruega. Portanto, não foi estabelecido que haja um excesso de mortalidade, nem que o mesmo esteja relacionado com as vacinas", destacou a responsável de saúde.

No entanto, após o relatório das mortes, a Noruega reiterou nos últimos dias a recomendação de realizar uma avaliação médica antes de vacinar pessoas muito frágeis ou moribundas, como já ocorre em outros países.

Várias nações informaram sobre mortes posteriores à vacinação, mas as autoridades de saúde acreditam que não é possível estabelecer um vínculo com a vacina.

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