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Opas pede que América Latina proteja aleitamento materno por lei

Recém-nascido mama no peito da mãe em Vertou, oeste da França, 16 de julho de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. agosto 2019 - 00:02
(AFP)

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) pediu nesta quarta-feira (31) aos países da América Latina e do Caribe que protejam por lei o aleitamento materno, destacando seus benefícios para a mulher e o bebê.

Com ocasião da Semana Mundial de Aleitamento Materno, que é celebrada a partir de quinta-feira, a Opas lembrou que as mulheres que trabalham devem ter no mínimo 14 semanas de licença maternidade remunerada, e disse que os governos devem tentar estendê-la para pelo menos 18 semanas.

"É vital que as mulheres estejam protegidas pela lei durante a gravidez e a amamentação para que disponham do tempo adequado para dar à luz, recuperar-se e amamentar seus filhos", disse Anselm Hennis, diretor do Departamento de Doenças não Transmissíveis e Saúde Mental da Opas, citado em um comunicado.

Quatro países na América garantem uma licença maternidade remunerada de 18 semanas ou mais (Colômbia, Chile, Cuba e Venezuela), e oito países dão às mulheres ao menos 14 semanas (Belize, Brasil, Canadá, Costa Rica, Panamá, Peru, Trindade e Tobago e Uruguai), segundo dados fornecidos pela Opas, organismo regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), e fontes oficiais.

Além da licença, a Opas instou a garantir que a mãe conte com pausas suficientes e condições ótimas para amamentar uma vez que volte a trabalhar.

As mulheres que recebem uma licença maternidade de seis semanas ou menos são quatro vezes mais propensas a não amamentar ou a deixar de fazer isso antes do tempo recomendado, apontou.

Na região, apenas 38% das crianças são amamentadas exclusivamente até os seis meses de idade, como recomenda a OMS, e apenas 32% até dois anos.

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