Brasil inaugura pavilhão em Genebra
Mesmo antes da inauguração oficial, quarta-feira à tarde, muita gente já havia visitado o pavilhão do Brasil no Salão do Livro de Genebra.
O pavilhão do Brasil é um dos maiores do Salão Internacional do Livro de Genebra. Tem 600 m2 com exposições de fotos de vários aspectos que o Ministério da Cultura decidiu mostrar: Proler, Educação Indígena, Alfabetização Solidária, poesia Concreta e Academia Brasileira de Letras.
Tem também um espaço para debates e autógrafos, um bar com café e caipirinha e uma livraria com mais de mil títulos de literatura brasileira, segundo Antônio Pinheiro, da livraria Camões, de Genebra. Ele explora a libraría do pavilhão brasileiro e está entusiasmado com as vendas no primeiro dia do Salão. “Se continuar assim até domingo, está ótimo, afirma.
Inaugurado oficialmente quarta-feira, o pavilhão do Brasil custou menos de 500 mil reais, segundo Julio Heilborn, da EMC Marketing Cultural, empresa carioca que concebeu e construiu o pavilhão. O espaço pavilhão teria custado cerca de 200 mil francos suíços (€137 mil), mas foi oferecido pela organização do Salão ao convidado de honra.
Autores autografam
O poeta Augusto de Campos, o escritor José Sarney, o ministro suíço Moritz Leuenberger e o embaixador do Brasil em Berna, Roberto Soares de Oliveira, compareceram ao coquetel de inauguração.
Amanhã, três autores franceses que se inspiraram no Brasil debatem sua visão do País e de sua história. José Sarney e Paulo Coelho autografam seus livros no pavilhão brasileiro.
swissinfo/Claudinê Gonçalves
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