Relógio Swatch para marcar circulatória em Grenchen, Suíça. (Reuters)
Reuters / Arnd Wiegmann
Circulatória construída na forma de toca-discos em Lyss, Suíça. (Keystone)
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"Steinmandli" (pequeno homem de pedra), uma escultura de sete metros de altura feita pelo artista suíço Ugo Rondinone, na entrada do vilarejo de Andermatt. (Keystone)
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Carro de compras gigante em uma circulatória de Bienne. (Keystone)
Keystone / Peter Klaunzer
Um dinossauro na entrada de Porrentruy, no cantão do Jura. Ele simboliza as pegadas da era Jurássica e os fósseis encontrados na região. (Keystone)
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O modelo da montanha Weisshorn sobre uma circulatória em Randa, cantão do Valais. (Keystone)
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Esta escultura, perto do aeroporto de Zurique, é dedicada à companhia aérea Swiss. (Keystone)
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Um fusca invertido para marcar a circulatória em Buchs, no cantão de Zurique. (Keystone)
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Arte na circulatória próxima a Visp, cantão do Valais. (Keystone)
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Uvas para homenagear a indústria vinícola da região de Salgesch, no cantão do Valais. (Keystone)
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Obra de arte para lembrar o passado industrial da região em Pratteln, cantão da Basileia. (Keystone)
Keystone / Markus Widmer
A escultura denominada "Encontro", do artista grego Costas Varotsos na entrada de Bützberg, no cantão de Berna. Ela ganhou o prêmio de circulatória "mais bonita" do país. (combyart.ch)
combyart.ch
A primeira circulatória da Suíça foi inaugurada em 1999. Ainda hoje os carros em Frauenfeld, cantão da Turgóvia, precisam desviar no local. (Keystone)
Keystone / Walter Bieri
O centro de um vilarejo ou o fim da estrada que leva a uma cidade costumava ser marcado por uma árvore ou rocha. Hoje os veículos são guiados através de circulatórias de tráfego. Na Suíça, algumas delas são marcadas por obras de arte ou esculturas. De onde surgiu a tradição?
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Faço parte da equipe de multimídia da SWI swissinfo.ch. Meu trabalho se concentra em tudo relacionado a imagens: edição, seleção, ilustrações e mídias sociais.
Estudei design gráfico em Zurique e Londres, de 1997 a 2002. Desde então, sempre trabalhei como designer gráfico, diretor de arte, editor de fotos e ilustradora.
A Suíça não é o único país a utilizar obras de arte para marcar as circulatórias de trânsito. Porém algumas delas se destacam pela criatividade. Thomas Rohrbach, porta-voz do Departamento Federal de Estradas, explica que não existe um número exato do número de circulatórias ou são “típicas” criações suíças. “Essas marcações são da responsabilidade dos governos locais”, diz.
Questionado se essas obras incomuns são capazes de distrair os motoristas, Rohrbach nega.
Importação dos EUA
A primeira circulatória surgiu em Nova Iorque, Estados Unidos, em 1905. Devido ao crescimento do tráfego, a cidade precisava melhorar o fluxo do trânsito. O obstáculo foi introduzido posteriormente em Paris. Hoje os franceses contam aproximadamente 500 mil esculturasLink externo decorando as circulatórias no país.
Como na França, milhares de motoristas atravessam anualmente a Suíça e descobrem que as circulatórias também são decoradas. O fotógrafo Friederike SchmidLink externo documentou algumas delas.
A primeira circulatória a ganhar um prêmio artístico se chama “Encontro”. De autoria do artista grego Costas Varotsos, a obra foi eleita a mais bonita da Suíça em 2005 e pode ser vista em uma região ao norte do país.
Em maio de 2019, a fotografia de uma circulatória na Suíça – exibido nesta galeria de imagens – tornou-se viral, ganhando atenção generalizada pelo design simples e inteligente.
Pode não ser do gosto de todos, mas a arte de decorar uma circulatória se tornou uma tradição que, para alguns vilarejos e regiões, é um cartão de visita capaz de atrair turistas e curiosos.
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