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A Suíça continua sendo a economia mais competitiva do mundo

O Fórum Econômico Mundial (WEF) elogiou a Suíça por combinar um mercado de trabalho altamente flexibilizado com proteção dos direitos trabalhistas Keystone

A Suíça está novamente no topo do Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial (WEF) - pelo nono ano consecutivo e muito à frente dos Estados Unidos e de Cingapura. 

Este conteúdo foi publicado em 27. setembro 2017 - 16:30
swissinfo.ch/sb

O país ganhou a sua pontuação mais alta dos últimos dez anos no ranking do WEF graças à sua capacidade de inovar, às suas empresas sofisticadas e a um mercado de trabalho altamente eficaz.

"O desempenho econômico se beneficia de fundamentos extremamente fortes, incluindo saúde pública, educação primária e um ambiente macroeconômico comparativamente sólido. A sua economia tem um alto nível de flexibilidade, e seu mercado de trabalho é classificados como o de melhor desempenho na comparação global", escreveram os autores.

Assim como a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, os Países Baixos e a Alemanha, a Suíça obteve pontuações elevadas tanto para a flexibilidade do mercado de trabalho quanto para a proteção dos direitos dos trabalhadores.

"Os governos que perseguem ambos os objetivos podem alcançar mercados de trabalho eficientes, bem como baixos níveis de desigualdade", afirmou o relatório.

Apesar de cair um lugar no quesito do ensino superior (quarta colocação) e de cair para segundo lugar, atrás da Nova Zelândia, em "prontidão tecnológica", a nação alpina fez grandes progressos nas categorias de saúde e educação primária, escalando seis lugares, do oitavo ao segundo.

Entre as outras economias maiores do G20 no top 10 do WEF, estão incluídas a Alemanha (5), a Grã-Bretanha (8) e o Japão (9). A China é o país com o ranking mais alto entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China) grupo de grandes mercados emergentes, subindo este ano para a 27.a posição.

Além dos rankings competitivos individuais, o relatório do WEF destacou o risco de novos choques financeiros no horizonte e argumentou que as nações continuam mal preparadas para a próxima onda de inovação e automação.

"Dez anos depois da crise financeira global, as perspectivas de uma recuperação econômica sustentada continuam em risco devido a um fracasso generalizado de líderes políticos e tomadores de decisão em implementar reformas necessárias para sustentar a competitividade e promover aumentos muito necessários na produtividade", afirmou o WEF.

O Brasil subiu uma posição (80.o lugar este ano), e Portugal, que vem surfando no sucesso de uma inteligente política econômica, ganhou quatro posições (de 46 para 42). 

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