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Exposição mostra como os seres humanos são usados como "extras" na arte

Lorenzo Pusterla

A prática de usar corpos humanos como "extras" na arte é um fenômeno que começou no início da década de 1990. Tornou-se cada vez mais popular depois do ano 2000 e agora é o foco de uma extensa exposição com artistas bem conhecidos, como Ai WeiWei, no Museu Migros de Arte Contemporânea em Zurique.

Este conteúdo foi publicado em 22. novembro 2017 - 14:09

A exposição 'Extra Bodies' abriu em meados de novembro na cidade suíça. Mostra uma seleção de trabalhos do projeto 'Fairytale' de Ai Weiwei, no qual 1001 pessoas da China continental foram convidadas a visitar e participar da exposição de arte visual 'Documenta 12' na Alemanha em 2007. O evento extraordinário de 1001 chineses viajando para fora da China, muitos pela primeira vez, permitiu que Ai Weiwei e os participantes discutissem questões relativas à identidade, memória, amor e sonhos, oferecendo uma chance para um diálogo cultural.

A exposição usa fotos e vídeos para demonstrar outras maneiras pelas quais os artistas usam humanos em seus trabalhos: pedir modelos para se colocar nus por horas, colocar uma família da classe trabalhadora em um pedestal ou criar um grupo de mulheres idosas para tocar músicas dos Sex Pistols.

O artista suíço Christoph Büchel também faz parte da exposição que ocupa dois andares do museu e está aberta ao público até fevereiro de 2018.

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