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Museus sacodem a poeira

Museu Tinguely de Basiléia, exemplo de galeria moderna.

(Keystone)

Os museus tradicionais parecem não ter futuro. Hoje são substituídos por galerias modernas, rentáveis, eficazes que respondem a formas modernas de comunicação. Recente colóquio em Genebra aponta esses novos desafios...

Museus europeus sacodem a poeira e dão a volta por cima.

Por definição, museu é um local para conservar um patrimônio artístico: pinturas, esculturas, objetos artísticos variados, parte de uma memória coletiva. Hoje com as formas modernas de comunicação, o museu vê-se obrigado a converter-se em instrumento de divulgação cultural capaz de produzir, rentabilizar e informar rapidamente.

Os grandes e custosos palácios que abrigavam prestigiosos "museus enciclopédicos" cedem lugar a galerias modernas e eficientes que cumprem função cultural, econômica e mesmo turística.

Essas algumas das conclusões tiradas de colóquio realizado em Genebra pelo Museu de Arte e História. O encontro reuniu filósofos, semiólogos, conservadores e administradores de instituições do gênero da Alemanha, França e Suíça.

"Atualmente a demanda cultural é muito rápida e para que os museus possam sobreviver devem responder a essa demanda", constata Claude Richard, conservadora do museu genebrino de arte e história. Ela cita os exemplos do Grande Louvre em Paris, transformado em empresa e o do Guggenheim de Bilbao, Espanha, que modificou a imagem da capital basca.

Desafiados pelas restruturações econômicas e pela nova paisagem da comunicação, os velhos museus tentam projetar-se como centros de prestígio cultural.

Jaime Ortega / adapt. J.Gabriel Barbosa







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