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Ativistas fazem manifestação pela ampliação da legalização do aborto no Chile

Manifestante com uma mão pintada no rosto, simulando um tapa, e usando um pano verde, mesma cor usada pelas ativistas pró-aborto na Argentina, em protesto pela interrupção da gravidez no Chile afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. julho 2019 - 01:26
(AFP)

Ativistas foram às ruas na capital do Chile para participar da sétima passeata pela ampliação da legalização do aborto no país, após a aprovação da interrupção da gravidez em casos específicos em 2017.

Sob o lema "Aborto legal, seguro e gratuito" a mobilização busca a ampliação da medida adotada durante o governo da presidente Michelle Bachelet que descriminaliza a interrupção da gravidez, punida durante o regime ditatorial liderado pelo general Augusto Pinochet (1973-1990).

Risco de vida da mãe, inviabilidade do feto e estupro são as causas que abrem caminho para as mulheres interromperem uma gravidez no Chile.

Para as ativistas chilenas, a atual legislação é insuficiente por só atender 3% de todos os casos de aborto no país.

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