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Chega a 17 o número de detidos na tentativa de rebelião militar contra Maduro

Membros da Guarda Nacional Bolivariana repelem as forças leais ao presidente venezuelano Nicolás Maduro, em 30 de abril de 2019, em Caracas afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. junho 2019 - 19:58
(AFP)

Um total de 17 pessoas foram detidas e indiciadas na Venezuela pela tentativa de rebelião militar em 30 de abril contra o presidente Nicolás Maduro, informou a Procuradoria Geral do país nessa terça-feira.

"São 34 pessoas investigadas, das quais 17 estão detidas e foram indiciadas" pela "tentativa de golpe de Estado", disse o Procurador-Geral, Tarek William Saab, em entrevista coletiva, ao apresentar os números da investigação.

Até o momento, 15 deputados perderam sua imunidade graças à Assembleia Constituinte que governa o país, após serem acusados de participar da rebelião, liderada pelo opositor Juan Guaidó, líder do Parlamento reconhecido como presidente encarregado da Venezuela por vários países, entre eles os Estados Unidos.

O vice-presidente do Legislativo, Edgar Zambrano, foi detido em 8 de maio e os demais se refugiaram em sedes diplomáticas, fugiram para o exterior ou vivem na clandestinidade. Guaidó não foi indicado.

Saab falou também sobre as ações do Ministério Público na investigação sobre a explosão de drones carregados de explosivos durante um ato militar em Caracas em 4 de agosto de 2018.

"Foram indiciadas 38 pessoas, 31 delas estão privadas de libereade e sete têm medidas substitutivas", disse o procurador.

Segundo a ONG de Direitos Humanos Fórum Penal, há mais de 900 "presos políticos" na Venezuela.

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