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Chile reporta "números otimistas" 120 dias após o primeiro caso de COVID-19

Enfermeira assiste paciente com COVID-19 no Hospital Barros Luco, em Santiago, em 24 de junho de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. julho 2020 - 18:26
(AFP)

A subsecretária de Saúde do Chile, Paula Daza, afirmou nesta sexta-feira (03) que após 120 dias do primeiro caso de coronavírus no país, "números otimistas" são observados entre os infectados, casos ativos e recuperações.

Segundo o último relatório, nas últimas 24 horas foram registradas 3.548 novas contaminações, elevando o total para 288.089.

Os óbitos diários registrados chegaram a 131, totalizando 6.051 mortes confirmadas por COVID-19.

Se as mortes "prováveis" forem consideradas sob os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número total seria de cerca de 9.000 e excederia 10.000 neste fim de semana, quando será lançado um novo relatório oficial que, ao incluir essa medida, coloca o Chile como o país com uma das maiores taxas do mundo de mortalidade por milhão de habitantes.

Daza também destacou a redução dos testes positivos de 23% a 22%, nas últimas 24 horas.

Para especialistas, os números ainda não representam uma vitória. O índice de positivos deve baixar para entre 10 a 5% para relaxar as medidas restritivas.

Mais da metade dos 18 milhões de habitantes do Chile está em quarentena. Na capital Santiago, a medida é aplicada há mais de seis semanas.

Existe uma preocupação particular nas regiões de Antofagasta, no norte, e O'Higgins, no sul, atuais focos de infecções.

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