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Colaboradores de Guaidó são acusados de 'traição' por ouro da Venezuela no Reino Unido

Juan Guaidó (e) e Nicolás Maduro afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. julho 2020 - 18:18
(AFP)

Onze colaboradores do líder opositor Juan Guaidó foram acusados na Venezuela de "traição à pátria", por "despojarem" o país de reservas de ouro armazenadas no Banco da Inglaterra, anunciou nesta sexta-feira o Ministério Público.

"A todos esses criminosos que agiram para favorecer os interesses de potências estrangeiras (...) são atribuídos os crimes de traição à pátria, usurpação de funções e formação de quadrilha", anunciou o procurador-geral, Tarek William Saab, em declarações transmitidas pela TV estatal.

Constam da lista Vanessa Neumann e Carlos Vecchio, delegados de Guaidó em Reino Unido e Estados Unidos; bem como o deputado Julio Borges, exilado na Colômbia, encarregado das relações exteriores do líder parlamentar, que reclamou a presidência encarregada da Venezuela em janeiro de 2019, com o reconhecimento de meia centena de países.

O Ministério Público solicitou "ordens de apreensão e congelamento de bens" contra os acusados, afirmou Saab, sem citar processos de pedidos de extradição.

Guaidó é alvo de várias investigações da Justiça venezuelana, sem que tenha sido ordenada a sua prisão. O governo Maduro tenta há um ano e meio recuperar mais de 30 toneladas de ouro que a Venezuela tem guardadas no Banco da Inglaterra.

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