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Keiko Fujimori retorna à política ativa a quase seis meses das eleições peruanas

(Arquivo) A opositora peruana Keiko Fujimori afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. setembro 2020 - 17:34
(AFP)

A líder opositora peruana, Keiko Fujimori, anunciou seu retorno à luta política ativa, a pouco mais de seis meses das eleições gerais de 2021, embora cumpra prisão domiciliar preventiva pelo escândalo da construtora brasileira Odebrecht.

Em um vídeo divulgado em sua conta do Twitter na sexta-feira, a filha do ex-presidente preso Alberto Fujimori (1990-2000) disse que "sob a liderança histórica" de seu pai, decidiu o "retorno 100% ativo à Força Popular", o partido de direita populista dirigido por ela.

"Podemos superar mais unidos do que nunca as grandes dificuldades", acrescentou a opositora de 45 anos, que está em prisão domiciliar desde que foi libertada em 4 de maio passado.

Keiko esteve por mais de um ano na prisão (em duas ocasiões), entre outubro de 2018 e maio de 2020, devido à investigação pela suposta lavagem de dinheiro por supostas contribuições ilícitas de campanha da Odebrecht.

Keiko nega as acusações, embora ex-diretores da empresa tenham afirmado que deram dinheiro para suas campanhas, em um escândalo que atinge também quatro ex-presidentes peruanos.

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