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Militar brasileiro aceita seis anos de prisão na Espanha por transportar cocaína em avião oficial

A Polícia Nacional espanhola patrulha a área próxima à catedral de Sevilha em 8 de julho de 2016 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. fevereiro 2020 - 12:31
(AFP)

Um militar brasileiro que foi detido em 2019 na Espanha com 39 quilos de cocaína, quando viajava como parte da tripulação de apoio do presidente Jair Bolsonaro, aceitou nesta segunda-feira cumprir seis anos de prisão", informou um porta-voz do Judiciário.

"A Promotoria reduziu o pedido de prisão de oito anos para seis anos e um dia e a defesa do militar aceitou esta pena", afirmou o porta-voz do tribunal de Sevilha (Andaluzia), local do julgamento do sargento da Aeronáutica.

O militar foi detido em junho de 2019 com 39 quilos de cocaína em sua mala quando fez escala em Sevilha em um avião de apoio da comitiva de Bolsonaro, que viajaria ao Japão para reunião do G20.

Na ocasião, Bolsonaro classificou o fato como "inaceitável", exigiu uma investigação e "punição severa ao responsável".

A Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pela segurança do avião, anunciou o reforço das medidas de controle para prevenir este tipo de ilícito.

De acordo com a imprensa, o sargento, que entrou para a FAB em 2000, realizou pelo menos 29 viagens no Brasil e ao exterior desde que ingressou em 2010 no Grupo de Transporte Especial (GTE), que é responsável, entre outras funções, por transportar a cúpula do governo.

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