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Tripulação espacial consegue acoplamento em tempo recorde com a ISS

Foto divulgada pelo cosmonauta russo Ivan Vagner, a bordo da ISS, mostra a decolagem do foguete Soyuz MS-17 com a americana Kathleen Rubins e os russos Serguei Ryzhikov e Sergei Kud-Svertchkov afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. outubro 2020 - 09:00
(AFP)

A nave Soyuz com os cosmonautas russos Serguei Ryzhikov e Serguei Kud-Sverchkov e a astronauta americana Kathleen Rubins a bordo se acoplou nesta quarta-feira à Estação Espacial Internacional (ISS) em tempo recorde, apenas três horas após a decolagem.

O foguete russo Soyuz MS-17 se "acoplou", de acordo com o previsto, às 8h48 GMT (5H48 de Brasília), à Estação Espacial, anunciou a agência espacial russa Roskosmos em um comunicado.

"Um novo recorde foi estabelecido. O tempo total entre o lançamento e o acoplamento foi de 3 horas e 3 minutos" destacou a agência.

Com este recorde, o tempo dos voos tripulados rumo à ISS foi reduzido à metade - antes duravam no mínimo seis horas. A viagem foi possível graças a um novo sistema de orientação dos foguetes Soyuz.

A decolagem da nave russa com destino à Estação Espacial Internacional foi a primeira desde que, em 30 de maio, o foguete americano SpaceX rompeu nove anos de monopólio russo nas viagens à ISS, com uma decolagem do Centro Espacial John F. Kennedy (Flórida).

A ISS continua sendo, no entanto, um dos poucos exemplos de cooperação que persistem entre os russos e os países ocidentais. Os astronautas dos dois países ressaltaram a capacidade das viagens espaciais para unir nações rivais por uma causa comum.

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