Coronavírus estraga festa do Festival de Montreux

Um dos festivais de música mais icônicos do mundo, o Montreux Jazz, foi cancelado devido à pandemia do coronavírus.

Este conteúdo foi publicado em 17. abril 2020 - 15:30
Show do Elton John no festival de 2019 Keystone / Valentin Flauraud

É a primeira vez desde 1967 que o festival não vai acontecer, disseram os organizadores na sexta-feira (17). Os shows aconteceriam na cidade à beira do Lago de Genebra de 3 a 18 de julho, com atrações que incluíam Lionel Richie e Lenny Kravitz.

"A programação prevista para este verão será parcialmente transferida para o festival do próximo ano, que acontecerá de 2 a 17 de julho de 2021", disseram os organizadores em um comunicado.

Apesar do anúncio feito ontem pelo governo suíço de um plano em três etapas para afrouxar as medidas contra a Covid-19 nas próximas semanas e meses, o fato das medidas de higiene e distanciamento social permanecerem em vigor significa que não é possível que um evento de tal magnitude aconteça, disseram.

A pequena joia dos festivais internacionais de música, que foi lançado em 1967, atrai cerca de 250 mil pessoas por ano. No ano passado, a diversificada programação contou com a participação de Elton John, Sting, Janet Jackson, Chick Corea e Thom Yorke.

O Montreux Jazz é o último de uma longa linha de eventos culturais, esportivos e políticos a serem cancelados devido à epidemia. Na quinta-feira, os organizadores do festival de música Paléo, que acontece no final de julho perto de Genebra, também disseram que o evento deste ano seria cancelado.

As pessoas com ingressos para o festival de Montreux serão "informadas", de acordo com os organizadores.O Paléo, por sua vez, disse que todos os ingressos para 2020 serão válidos para a versão 2021, e está pedindo aos fãs que deem seu apoio.



Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo