Suíça é décima segunda
Na avaliação de Transparency Internacional, a Suíça, com nota 8.5, fica entre os doze primeiros. Sente-se humilhada por não figurar entre os dez melhores.
Sigilo bancário na berlinda
A explicação fornecida por Philippe Lévy, de Transparency Switzerland são « as estruturas que favorecem a camaradagem e a falta de proteção jurídica das pessoas que descobrem casos de corrupção ».
O sigilo bancário tal como é praticado na Suíça é também considerado prejudicial à imagem do país. (Vale lembrar a esse respeito que segundo a legislação suíça, a evasão fiscal não é delito).
Remédio
Para resolver a situação, Transparency Switzerland enviou na quarta-feira, 28/8 uma carta ao governo suíço solicitando a criação de “um centro de competência para lutar contra a corrupção”.
No País, os tribunais condenam cerca de 40 pessoas anualmente por corrupção. O número de casos é naturalmente mais elevado, mas ficam impunes pelos motivos acima mencionados.
Desde 1996, um grupo de trabalho da administração federal fez uma série de recomendações para combater o generalizado flagelo. E nesse meio tempo, foi também suprimida a possibilidade de suprimir dos impostos os subornos utilizados na corrupção de funcionários estrangeiros para, por exemplo, conseguir contratos…
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