Suíça exige liberdade para Arafat
O governo suíço pede que Israel dê liberdadade de movimento ao presidente palestino e que o exército iraelense se retire imediatamente dos territórios ocupados
O embaixador de Israel em Berna foi convocado pelo Ministério suíço das Relações Exteriores (DFAE) e notificado que a Suíça condena o uso da força como meio de atuação política.
Respeito aos acordos
O chefe da direção política do DFAE, Blaise Godet, lembrou que a Suíça já havia lançado um apelo a Yasser Arafat para que os atentados contra civis isralenses cessassem imediatamente. Godet também expressou condolências ao embaixador de Israel pelas vítimas dos atentados cometidos durante os feriados de Páscoa.
Para a Suíça, o fato de devolver a liberdade de movimento a Arafat permitirá ao presidente palestino de trabalhar pelo retorno à calma e exercer as funções para as quais foi eleito, conforme os acordos de Oslo, assinado por ambas as partes.
Suíços nos territórios
Ontem, Arafat rejeitou categoricamente a proposta do primeiro ministro israelense, Ariel Sharon, de exilar-se definitivamente da Palestina.
A situação de um grupo de civis suíços da “missão civil de paz”, atualmente nos territórios ocupados pelo exército israelense também foi abordada no encontro com o embaixador de Israel. A Suíça espera que os militares israelenses e a Autoridade Palestina possam garantir a segurança dos suíços.
swissinfo com agências
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