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Embaixada da Venezuela nos EUA tem luz cortada

Grupo de ativistas venezuelanos protesta diante da embaixada da Venezuela em Washington, no dia 1º de maio de 2019. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 09. maio 2019 - 02:16
(AFP)

Uma equipe da companhia de eletricidade PEPCO cortou nesta quarta-feira a energia na embaixada da Venezuela em Washington, ocupada há semanas por ativistas que buscam impedir a entrada da delegação de Juan Guaidó, reconhecido pelos Estados Unidos como presidente venezuelano interino.

Por volta das 20H00 (21H00 Brasília), uma equipe da companhia elétrica abriu uma tampa na rua para cortar a eletricidade no prédio de quatro andares situado no bairro de Georgetown, informaram ativistas e membros da delegação de Guaidó.

Um grupo de ativistas de várias organizações denominado Coletivo para a Proteção da Embaixada (Embassy Protection Collective) permanece na sede diplomática com o aval do governo de Nicolás Maduro.

"As autoridades acabam de cortar ilegalmente nossa eletricidade, mas esperávamos isto e estamos preparados", disse a ativista Kevin Zeese, da organização Popular Resistance, um dos grupos que integram o Coletivo.

Carlos Vecchio, representante de Guaidó nos Estados Unidos, reconhecido por Washington como embaixador da Venezuela, disse que decidiu dar aos "invasores um pouco da experiência de se viver na Venezuela sob o socialismo fracassado", em referência aos apagões no país.

"A partir deste momento não terão energia elétrica. Próximo passo: sua saída", escreveu no Twitter.

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, exigiu do departamento americano de Estado que "proteja o prédio" e impeça "agressões contra os hóspedes".

Venezuelanos partidários de Guaidó cercam a sede diplomática para impedir que os ativistas sejam abastecidos e a cada dia ocorrem escaramuças entre os dois grupos.

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