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Equador aprova vacina da Pfizer

Caixão com o corpo de uma vítima do novo coronavírus é levado ao cemitério Jardines de La Esperanza, em Guayaquil, norte do Equador, 9 de abril de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. dezembro 2020 - 00:18
(AFP)

O Equador aprovou o uso da vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 e espera administrar 50 mil doses em janeiro, anunciou nesta quarta-feira o ministro da Saúde, Juan Carlos Zevallos. O país, de 17,5 milhões de habitantes, registra 203.461 casos de Covid-19 e 13.915 mortos, entre confirmados e prováveis.

Segundo o ministro, as primeiras doses serão destinadas aos hospitais que atendem pacientes com a doença, e a pacientes e funcionários de centros geriátricos. A fase seguinte do plano de vacinação, prevista para março, implicará a imunização em massa de funcionários da área de saúde, forças públicas, bombeiros e grupos vulneráveis. Em seguida, será a vez da população em geral.

O Equador planeja imunizar cerca de 60% de seus habitantes para conter a propagação do vírus. Segundo o ministério, pessoas a partir de 18 anos receberão a vacina, exceto em alguns casos.

O país anunciou em outubro um acordo com a Pfizer e a sócia BioNTech para ter acesso a 2 milhões de doses. Também assinou contratos com a AstraZeneca, associada à Universidade de Oxford, e com a organização Covax.

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