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Equador estenderá confinamento até 3 de maio

Vista aérea do Centro de Convenções Bicentenário - um centro de convenções - onde um hospital de campo com 370 leitos para pacientes com coronavírus COVID-19 está sendo construído em Quito, em 23 de abril de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. abril 2020 - 20:18
(AFP)

O Equador vai estender até 3 de maio o confinamento decretado para conter o avanço do coronavírus.

O país deve retomar gradualmente as atividades após sete semanas de paralisação, afirmou a Ministra do Governo (Interior), Maria Paula Romo.

"Na próxima semana, terminaremos o mês de abril com isolamento e começaremos na segunda-feira, 4 de maio, com uma nova fase, de distanciamento", disse em uma rede nacional de rádio e televisão.

Ela acrescentou que a partir dessa data haverá um "novo normal", no qual "tudo será feito devagar e com muita prudência" na reabertura do país, que já registrou 22.719 contágios e 576 mortes.

O governo também relata outras 1.060 mortes "prováveis" por COVID-19, que não foram testadas.

O Equador, com 17,5 milhões de habitantes, é o segundo país latino-americano com mais infecções, atrás do Brasil (52.995 casos confirmados e 3.670 mortes).

Romo observou que "o pico (da pandemia) passou na maioria das províncias" após o país ter adotar, desde 17 de março, medidas como a suspensão do trabalho presencial, restrições ao movimento de veículos e toque de recolher de 15 horas por dia.

Ela observou que as emergências médicas foram reduzidas especialmente na província costeira de Guayas (sudoeste), que concentra 68% dos casos.

"Não estamos saindo da emergência, estamos mudando de fase, estamos mudando de estágio, estamos mudando as instruções", disse a ministra sem dar detalhes das regras que serão impostas a partir de agora.

O governo equatoriano aplica um sistema de cores desde meados de abril para diferenciar o grau de perigo em diferentes áreas do país. Até agora, todas as províncias permanecem vermelhas, que é o alerta mais alto.

As atividades serão retomadas de acordo com o nível de perigo estabelecido.

Romo alertou que, se a população não cumprir as regras, é possível o retorno de "um estado de maior restrição e (...) do isolamento".

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