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Governo argentino prevê aumento de tarifas de serviços públicos

(Arquivo) O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernandez (D), fala ao lado de seu chefe de gabinete designado Santiago Cafiero, durante o anúncio de seu gabinete, em uma cerimônia em Buenos Aires afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 20. fevereiro 2020 - 14:55
(AFP)

O governo argentino prevê descongelar as tarifas dos serviços públicos a partir de junho, embora os aumentos sejam "para setores que possam suportá-los" - anunciou nesta quinta-feira (20) o chefe de gabinete da Presidência, Santiago Cafiero.

As tarifas dos serviços públicos, cujos aumentos foram congelados desde dezembro por um período de seis meses, provavelmente terão aumentos a partir de junho, quando será preparado um novo cronograma tarifário, disse Cafiero em entrevista à Radio Metro.

O funcionário explicou que esses aumentos serão aplicados "nos setores que podem suportá-los" e garantiu que continuará a "apoiar fortemente a tarifa social", que beneficiam as famílias mais vulneráveis.

O governo do presidente Alberto Fernández, um peronista de centro esquerda que assumiu o cargo em dezembro, decidiu congelar as taxas dos serviços públicos dentro de uma série de medidas com as quais tenta desacelerar a inflação que em 2019 fechou em 53%.

Em reuniões realizadas com uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) há alguns dias, o ministro da Produção, Matías Kulfas, havia indicado, porém, que o congelamento das tarifas não seria permanente e que seria levado a níveis "razoáveis e acessíveis".

As tarifas de serviço público na Argentina, que recebiam fortes subsídios estatais, foram liberadas durante o governo anterior do presidente liberal Mauricio Macri (2015-2019).

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