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Governo de Maduro denunciará na ONU suposto envolvimento de Guaidó com paramilitares

Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana e autoproclamado presidente interino, discursa para simpatizantes em El Hatillo, Caracas, 14 de setembro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 21. setembro 2019 - 21:24
(AFP)

O governo de Nicolás Maduro anunciou neste sábado que denunciará na ONU supostos vínculos entre o líder opositor venezuelano Juan Guaidó e paramilitares colombianos.

"Vamos levar à Nações Unidas essas graves denúncias, as evidências e muito mais coisas", afirmou a vice-presidente, Delcy Rodríguez, em um ato em Caracas.

Na sexta-feira, o governo venezuelano divulgou novas fotografias de Guaidó, reconhecido como presidente encarregado por cerca de 50 países, junto com supostos membros da facção criminosa Los Rastrojos.

Baseado no testemunho de um integrante do grupo, detido pelas autoridades venezuelanas, o Executivo afirmou que o esquadrão de Los Rastrojos transportou Guaidó ao território colombiano no dia 22 de fevereiro do fronteiriço estado de Táchira.

O opositor assistiu em 22 um show beneficiente e um dia depois tentou sem sucesso fazer ajuda humanitária entrar no país pela Colômbia.

Outras duas fotografias em que Guaidó aparece com dois membros de Los Rastrojos - detidos na Colômbia em 18 de junho - foram publicadas em 12 de setembro por uma ONG que opera na fronteira.

Na sexta-feira, Guaidó afirmou que a denúncia se trata de uma "montagem", e que o governo quer prejudicá-lo com "testemunhos forçados".

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