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WhatsApp processa empresa israelense por espionagem nos EUA

O WhatsApp acusa a NSO de ter mirado em "100 defensores dos direitos humanos, jornalistas e outros membros da sociedade civil" afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. outubro 2019 - 22:00
(AFP)

O WhatsApp, aplicativo de mensagens do Facebook, anunciou nesta terça-feira (29) que processou o NSO Group, empresa israelense especializada em softwares de espionagem, que eles acusam de estar por trás de um ataque hacker que ajudou a espionar ativistas e jornalistas.

O app tinha anunciado em maio a descoberta de um software malicioso de espionagem que se infiltrava nos smartphones através de uma vulnerabilidade do aplicativo.

"Após meses de investigação, podemos dizer quem estava por trás deste ataque", disse Will Cathcart, diretor do WhatsApp, em uma coluna de opinião publicada no jornal The Washington Post.

"Hoje apresentamos em uma corte federal uma demanda que explica o que ocorreu e atribui a invasão a uma companhia internacional de tecnologia chamada NSO Group", escreveu.

Com o software, a NSO teria ajudado governos, entre eles os do México e de países do Oriente Médio, a espionar militantes e jornalistas.

O WhatsApp acusa a NSO de ter mirado em "100 defensores dos direitos humanos, jornalistas e outros membros da sociedade civil".

Cerca de 1,5 milhão de pessoas utilizam o serviço de WhatsApp no mundo todo.

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